quinta-feira, 24 de outubro de 2013

TRABALHO- História do trabalho, ética capitalista, valor do trabalho, trabalho e alienação e mercado consumidor

O PAPALAGUI NÃO TEM TEMPO Tuiávii, Chefe da Tribo Tiaveá na Polinésia Pouca gente há na Europa que tenha tempo, de fato; talvez ninguém mesmo. É por isto que quase todos levam a vida correndo com a velocidade de pedras atiradas por alguém. Quase todos andam olhando e balançando com os braços para caminhar o mais depressa possível. Se alguém o faz parar, dizem, mal-humorados : "Não me aborreças, não tenho tempo, vê se aproveitas melhor o teu". Dá a impressão de que aquele que anda depressa vale mais e é mais valente do que aquele que anda devagar. Vi um homem com a cabeça estourando, os olhos virados, a boca aberta feito a de um peixe agonizante, a cara passando de vermelha a verde, batendo com as mãos e os pés, porque um criado tinha chegado um pouquinho mais tarde do que prometera. Esse pouquinho era para ele um grande prejuízo, prejuízo irreparável. O criado teve de ir-se embora, o Papalagui expulsou-o e recriminou-o : "Roubaste-me tempo demais ! Quem não presta atenção ao tempo, não merece o tempo que tem!". Só uma vez é que deparei com um homem que tinha muito tempo, que nunca se queixava de não tê-lo, mas era pobre; sujo, e desprezado. Os outros passavam longe dele, ninguém lhe dava importância. Não compreendi essa atitude porque ele andava sem pressa, com os olhos sorrindo, mansa, suavemente. Quando lhe falei, fez uma careta e disse, tristemente : "Nunca soube aproveitar o tempo; por isto, sou pobre, sou um bobalhão". Tinha tempo, mas não era feliz. O Papalagui emprega todas as forças que tem tentando alongar o tempo o mais possível. Serve-se da água e do fogo, da tempestade e dos relâmpagos que brilham no céu, para fazer parar o tempo. Põe rodas de ferro nos pés, dá asas às palavras que diz para ter mais tempo. Mas para que todo este esforço? O que é que o Papalagui faz com o tempo? Nunca compreendi bem, pelos seus gestos e suas palavras, ele sempre tenha me dado a impressão de alguém a quem o Grande Espírito convidou para um fono. Acho que o tempo lhe escapa tal qual a cobra na mão molhada, justamente porque a segura com força demais. O Papalagui não espera que o tempo venha até ele, mas sai ao seu alcance, sempre, sempre com as mãos estendidas e não lhe dá descanso, não deixa que o tempo descanse ao Sol. O tempo é quieto, pacato, gosta de descansar, de deitar-se à vontade na esteira. O Papalagui não sabe perceber onde está o tempo, não o entende e é por isto que o maltrata com os seus costumes rudes. Ó amados irmãos! Nunca nos queixamos do tempo; amamo-lo conforme vem, nunca corremos atrás dele, nunca pensamos em ajuntá-lo nem em partí-lo. Nunca o tempo nos falta, nunca nos enfastia. Adianta-se aquele dentre nós que não tem tempo! Cada um de nós tem tempo em quantidade e nos contentamos com ele. Não precisamos de mais tempo do que temos e, no entanto, temos tempo que chega. Sabemos que no devido tempo havemos de chegar ao nosso fim e que o Grande Espírito nos chamará quando for sua vontade, mesmo que não saibamos quantas Luas nossas passaram. Devemos livrar o pobre Papalagui, tão confuso, da sua loucura! Devemos devolver-lhe o verdadeiro sentido do tempo que perdeu. Vamos despedaçar a sua pequena máquina de contar o tempo e lhes ensinar que, do nascer ao pôr do Sol, o homem tem muito mais tempo do que é capaz de usar. O PEDREIRO VALDEMAR “Você conhece o pedreiro Valdemar? Não conhece? Mas eu vou lhe apresentar. De madrugada toma o trem da Circular, Faz tanta casa e não tem casa pra morar. (Bis) Leva a marmita embrulhada no jornal Se tem almoço, nem sempre tem jantar. O Valdemar, que é mestre no ofício, Constrói um edifício e depois não pode entrar”. Marchinha de carnaval carioca – 1949- Roberto Martins e Wilson Batista A GLOBALIZAÇÃO E A CRISE DO SOCIAL "O atual padrão mundial de acumulação e desenvolvimento, assentado no domínio das informações, do saber e das novas tecnologias — e não apenas do capital e do poder de coerção — reduz a oferta de empregos produtivos e reforça as tendências de exclusão de uma parcela cada vez maior de seres humanos das condições e dos frutos do desenvolvimento, agravando o desemprego, a miséria e as diversas formas de alienação. Ao valorizar a competição que favorece o mais poderoso e/ou mais apto (e nesse sentido revalorizando a desigualdade em detrimento da solidariedade, da justiça e da eqüidade), a reestruturação em curso vem estimulando novos e velhos preconceitos sociais, religiosos, nacionais, étnicos. O desenvolvimento capitalista – universalizador e diferenciador da humanidade - é hoje soberano e reina em todos os quadrantes do planeta praticamente sem concorrência. A globalização da sociedade humana se consuma sob a égide desse modo de produção e de seu estilo de vida social. O planeta configura-se hoje como um espaço social unificado e desigualmente dividido. A divisão do trabalho e da riqueza entre Norte e Sul articula-se com as profundas diferenças intraregionais e nacionais. Os indicadores de miséria e exclusão social são assustadores na Ásia, na África e na América Latina. Mas também estão presentes, embora em outra escala, nas sociedades de capitalismo avançado, de consumo de massa e de welfare state. Situação, aliás, que vem se agravando nas duas últimas décadas, marcadas por períodos de recessão, endividamento internacional, concentração da riqueza, reestruturação produtiva e liberalização indiscriminada dos mercados. O esemprego e o subemprego, estruturalmente críticos e endêmicos no chamado ‘Terceiro Mundo', crescem em proporções ameaçadoras à estabilidade sócio-política nas nações capital: mais avançadas. A OCDE (Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Eco mico) admite a existência de mais de 35 milhões de desempregados entre seus 24 países membros; outros tantos perderam o emprego com a reestruturação forçada no antigo bloco soviético; enquanto mais da metade da população economicamente ative África, Ásia e América Latina situa-se fora do mercado formal de trabalho e, assim, do acesso aos meios de desenvolvimento e de exercício dos direitos de cidadania. No caso brasileiro, esta crise/esgotamento do modelo de regulação do Estado tornou-se ainda mais explícita com a exigência da sociedade civil e as reivindicações de diferentes categorias e movimentos sociais por direitos de cidadania. As instituições estatais-corporativas de controle e coerção perderam progressivamente a sua eficácia deixando, assim, de serem funcionais à reprodução da ordem. Por tudo isso, parece razoável supor que a crise do Estado brasileiro se insere em uma crise dos Estados nacionais e de suas formas objetivas de regulação. “Esta crise torna-se mais ampla e complexa quando a associamos à desarticulação das entidades coletivas das classes subalternas, enquanto atores sociais e políticos, e à reestruturação da economia mundial e das relações internacionais.” ABREU, Haroldo. Proposta, experiências em educação popular. Rio de Janeiro, ano 23, n. 64, mar. 1995. p. 13-6. TRABALHO INFANTIL: ONTEM E HOJE CONDIÇÕES DE VIDA E TRABALHO NA FRANÇA DO SÉCULO XIX “O médico Louis Villermé escreveu em 1840 sobre as condições dos trabalhadores nas fábricas francesas. Homens, mulheres e crianças trabalhavam de 12 a 14 horas por dia: 'Muitos, cinco mil em dezessete mil, eram obrigados, pela carestia das rendas, c instalar-se nas aldeias vizinhas. Alguns habitavam a duas léguas e um quarto da manufatura onde trabalhavam. (...) O trabalho começava às cinco da manhã e acabava às cinco da tarde, tanto no verão como no inverno. (...) (Suas casas) miseráveis instalações onde dormiam duas famílias cada uma a seu canto, sobre a palha colocada sobre c tijolo e retida por duas tábuas. (...) Não é um trabalho, uma tarefa, é uma tortura e infligem-na a crianças de seis a oito anos. (...) É esse longo suplício de todos os dias que mina sobretudo os operários nas fábricas de fiação de algodão'." LAFARGUE, Paul. O direito à preguiça. Lisboa: Estampa, 1977. p.23-4 A REALIDADE DO TRABALHO INFANTIL “(...) A exploração do trabalho infantil constituise num grave problema social A Constituição proíbe qualquer trabalho infantil antes de a criança completar 14 anos de idade, salvo na condição de aprendiz, situação permitida apenas a partir dos 12 anos. Mesmo assim, tal atividade deve ser reconhecidamente leve, excluindo-se, por exemplo, o trabalho exercido nas indústrias, nas oficinas e na agricultura. Registro um fato importante: estando a criança ou o adolescente trabalhando, é fundamental que lhe seja assegurada a oportunidade de educação. Dentro da chamada mão-de-obra invisível, as crianças e os adolescentes não aparecem nas estatísticas oficiais e não têm direitos trabalhistas e benefícios previdenciários garantidos. Mas, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), formam no Brasil um exército silencioso de 7,5 milhões de menores, que não têm infância e trabalham como adultos. Técnicos do Ministério do Trabalho já constataram crianças com chupeta na boca e uma enxada em suas mãos. A tragédia infanto-juvenil no campo deve ser hoje a grande preocupação do governo federal. As crianças ingressam no trabalho a partir dos 6 ou 7 anos. Trabalham em média dez horas, em troca de uma remuneração que varia de R$ 2,00 a R$ 6,00 por dia. Tais valores são ainda menores se a mão-de-obra for feminina. As crianças trabalham, mas não vêem a cor do dinheiro, porque o pagamento vai direto para a mão dos pais como forma de complementação salarial. O emprego da mão-de-obra infantil na agricultura pode ser constatado em quase todas as regiões do país, conforme os dados a seguir: São Paulo - colheita de laranjas e indústrias de calçados (convivendo com o cheiro da cola); Rio de Janeiro -colheita da cana-de-açúcar e de laranjas; Goiás - lavouras de tomate; Mato Grosso do Sul -carvoarias e colheita da erva-mate; Bahia - sisal; Alagoas - produção do fumo; Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte - salinas; Paraíba - redes, colchas e mantas; etc. No Nordeste, a maioria das crianças trabalha na cultura da cana-de-açúcar. Somente na Zona da Mata pernambucana são mais de 70 mil crianças e adolescentes, representando 30% da força de trabalho no setor canavieiro. Próximo à moagem da cana-deaçúcar, esse número eleva-se para 120 mil crianças trabalhando. (...)" SILVA, Benedita da. Opinião. In: Folha de S.Paulo, São Paulo, 12 dez. 1996. p. 1-3

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Lei de cotas

http://www.youtube.com/watch?v=3Np5N5bvftg

Lei de cotas

Lei das Cotas No final de agosto de 2012, a aprovação de uma lei polêmica alterou a forma de ingresso nos cursos superiores das instituições de ensino federais. A chamada Lei das Cotas (Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012) obriga as universidades, institutos e centros federais a reservarem para candidatos cotistas metade das vagas oferecidas anualmente em seus processos seletivos. Essa determinação deve ser cumprida até 30 de agosto de 2016, mas já em 2013, as instituições têm que separar 25% da reserva prevista, ou 12,5% do total de vagas para esses candidatos. Mas, quem tem direito a essas vagas? Pelo texto da lei, são considerados cotistas todos os candidatos que cursaram, com aprovação, as três séries do ensino médio em escolas públicas ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) ou tenham obtido certificado de conclusão do ensino médio pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os estudantes com bolsa de estudo integral em colégios particulares não são beneficiados pela lei. Distribuição das vagas A lei também define que, dentro do sistema de cotas, metade das vagas deverá ser preenchida por estudantes com renda familiar mensal por pessoa igual ou menor a 1,5 salário mínimo e a outra metade com renda maior que 1,5 salário mínimo. Há, ainda, vagas reservadas para pretos, pardos e índios, entre as vagas seperadas pelo critério de renda. A distribuição das vagas da cota racial será feita de acordo com a proporção de índios, negros e pardos do Estado onde está situado o campus da universidade, centro ou instituto federal, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso significa, por exemplo, que um Estado com um número maior de negros terá mais vagas destinadas a esse grupo Critério de seleção O projeto de lei definia que o critério de seleção dos candidatos cotistas deveria ser o Coeficiente de Rendimento obtido pela média aritmética das notas do ensino médio. No entanto, a presidente Dilma Rousseff vetou esse texto e definiu que os candidatos cotistas poderão ser avaliados pelo Enem, com ou sem a utilização do Sistema de Seleção Unificada (SiSU). Sendo assim, os beneficiados pela lei não precisam necessariamente fazer as provas do vestibular. Justificativa De acordo com a deputada Nice Lobão, o Brasil está longe de propiciar educação pública de qualidade. Na rede pública, passou a valer a regra em que “os professores fingem que ensinam e os alunos fazem de conta que aprendem”. Os estudantes de escolas públicas concluem o ensino médio sem condições de competir com os alunos de colégios particulares e, por isso, acabam desistindo de entrar na universidade ou ingressam em faculdades particulares. A deputada também criticou a qualidade das instituições de ensino superior privadas, “cujo objetivo é a mercantilização do ensino, sem qualquer preocupação com a qualidade”. Críticas Essa lei nunca foi unânime entre os brasileiros. Várias críticas surgiram antes mesmo de sua aprovação, principalmente porque ela não veio acompanhada de nenhum plano para melhorar a educação básica. Até mesmo estudantes de escolas públicas reclamam que não queriam as cotas, mas sim uma educação pública de qualidade. Em algumas capitais houve protestos de alunos de colégios particulares. A Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) chegou a afirmar que entraria na Justiça contra a lei. A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) também não concordou com o texto da lei. Segundo a Andifes, a imposição fere a autonomia das universidades, que até então poderiam decidir a forma de distribuição das vagas oferecidas nos processos seletivos. Prazo As universidades precisam adotar a cada ano 25% das vagas previstas para cotistas em 2016, ou seja, 12,5% do total de vagas para 2013, 25% para 2014, 37,5% para 2015, até chegar aos 50% em 2016. No entanto, as instituições federais têm liberdade para adotar os 50% antes do prazo. O Poder Executivo promoverá em 2022 a revisão do sistema de cotas nas instituições de ensino federais. Até lá, o acompanhamento e avaliação da lei ficam sob a responsabilidade do Ministério da Educação (MEC) e da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República. Essa lei nunca foi unânime entre os brasileiros. Várias críticas surgiram antes mesmo de sua aprovação, principalmente porque ela não veio acompanhada de nenhum plano para melhorar a educação básica. Até mesmo estudantes de escolas públicas reclamam que não queriam as cotas, mas sim uma educação pública de qualidade. Em algumas capitais houve protestos de alunos de colégios particulares. A Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) chegou a afirmar que entraria na Justiça contra a lei. A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) também não concordou com o texto da lei. Segundo a Andifes, a imposição fere a autonomia das universidades, que até então poderiam decidir a forma de distribuição das vagas oferecidas nos processos seletivos. Fonte: http://vestibular.brasilescola.com/cotas/lei-das-cotas.htm++

quinta-feira, 15 de março de 2012

CALENDÁRIO DE PROVAS BIMESTRAIS ANO 2013


CALENDÁRIO DE PROVAS BIMESTRAIS ANO 2012
1º BIMESTRE
26/04/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA6º ANO
26/04/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA7º ANO
26/04/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA8º ANO
26/04/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA9º ANO
26/04/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA1º ANO
26/04/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA2º ANO
26/04/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA3º ANO
  BIMESTRE
12/07/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA6º ANO
12/07/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA7º ANO
12/07/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA8º ANO
12/07/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA9º ANO
12/07/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA1º ANO
12/07/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA2º ANO
12/07/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA3º ANO
3º BIMESTRE
11/10/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA6º ANO
11/10/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA7º ANO
11/10/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA8º ANO
11/10/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA9º ANO
11/10/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA1º ANO
11/10/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA2º ANO
11/10/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA3º ANO
4º BIMESTRE
06/12/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA6º ANO
06/12/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA7º ANO
06/12/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA8º ANO
06/12/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA9º ANO
06/12/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA1º ANO
06/12/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA2º ANO
06/12/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA3º ANO

CALENDÁRIO DE PROVAS SEMANAIS / FILOSOFIA 2013


CALENDÁRIO DE PROVAS SEMANAIS ANO 2012
1º BIMESTRE
05/04/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA6º ANO
05/04/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA7º ANO
05/04/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA8º ANO
21/03/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA9º ANO
11/04/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA1º ANO
11/04/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA2º ANO
09/04/2013TERÇA-FEIRAFILOSOFIA3º ANO
  BIMESTRE
21/06/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA6º ANO
21/06/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA7º ANO
21/06/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA8º ANO
06/06/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA9º ANO
20/06/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA1º ANO
20/06/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA2º ANO
18/06/2013TERÇA-FEIRAFILOSOFIA3º ANO
3º BIMESTRE
20/09/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA6º ANO
20/09/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA7º ANO
20/09/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA8º ANO
05/09/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA9º ANO
26/09/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA1º ANO
26/09/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA2º ANO
24/09/2013TERÇA-FEIRAFILOSOFIA3º ANO
4º BIMESTRE
22/11/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA6º ANO
22/11/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA7º ANO
22/11/2013SEXTA-FEIRAFILOSOFIA8º ANO
07/11/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA9º ANO
14/11/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA1º ANO
14/11/2013QUINTA-FEIRAFILOSOFIA2º ANO
12/11/2013TERÇA-FEIRAFILOSOFIA3º ANO